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Os Salmos e a Tradição Iniciática

Apesar de alguns Iniciados famosos possuírem, sem dúvida alguma, concepções bem amplas e
verdadeiramente filosóficas sobre Deus, como um ser impessoal e absoluto, (Pitágoras, Iamblico,
Plotino, Paracelsus, Pasqually, Claude de Saint-Martin, Eliphas Levi, Papus, Philipe de Lyon, etc.),
a maioria ainda tem idéias mais antropomórficas a respeito do Todo-Poderoso. A questão é:
qualquer que seja a concepção de alguém a respeito de Deus, esta não é um obstáculo à realização
da Iniciação.


Tampouco deveria ficar muito orgulhoso se, em sua imaginação, ele concebe Deus como um ser
abstrato, livre de qualquer atributo e absolutamente perfeito; nem deveria ele ficar embaraçado se
não puder elevar a sua mente além do conceito de um Pai imensamente poderoso e piedoso no céu,
que é cheio de bondade e que graciosamente digna-se a ouvir a sua adoração simplória, mas sincera.
Que seja novamente afirmado que, qualquer que seja a concepção intelectual do Poder Supremo, ela
não tem nenhum papel decisivo no sucesso de um ritual ou de uma prática qualquer.


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