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Iniciação, o Remédio da Queda

A história das origens conta-nos que o mal e a morte são uma conseqüência da queda do Homem
Primitivo e que nós somos seus legítimos herdeiros. Por essa razão, não gozamos somente do
acervo dessa herança, mas também de todas as conseqüências desse estranho legado.
Ora, se foi da queda do Homem Primitivo, do descenso do espiritual até o material, da Involução,
que apareceu para o homem a necessidade, a limitação, a escravidão e todos seus efeitos, tais como
o erro, o vício, a obscuridade e a morte, é necessário admitir que essa queda trouxe em si mesma, e
potencialmente, o remédio capaz de reparar o mal.
Se isso não fosse verdadeiro, o homem estaria condenado para sempre a uma morte eterna, isto é,
sua queda seria eterna e ele estaria perdido para sempre. Mas, sabemos que isso não é assim. O
Homem Original caiu, é verdade, mas é necessário antes de tudo atribuir a essa queda seu sentido
real.
É necessário, ainda, admitir a priori a origem divina do homem e, por conseguinte, seu estado de
pureza e perfeição anteriores à queda. Não seria necessário, para um exame apriorístico, que
estudemos as razões determinantes dessa queda: basta admiti-la.


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