A Música Maçônica de Mozart

Maçonaria e Tradição Maçônica

Mozart, o grande arquiteto da música

A história nos aponta inúmeras personalidades que pertenceram à Maçonaria. A lista dos músicos maçons é extensa e nela vamos encontrar os nomes de Mozart, Haydn, Beethoven, Gounod, Sibelius, Gerschwin, Duke Ellington, Count Basie, Irving Berlim e Louis Armstrong. Mozart nunca seguiu com extrema disciplina o sentido de vida, as metas morais e os conceitos éticos dos maçons, mas sempre levou a sério seu dever de irmão compositor. Escreveu muitas músicas dedicadas à Maçonaria e que são conhecidas em alemão como Die Freimaurermusik. Estas obras raramente são comentadas e divulgadas na extensa bibliografia e discografia mozartiana.

O compositor iniciou-se a convite do Barão Otto von Gemmingen-Hornberg. Mozart tinha-se encontrado com Gemmingen em Mannheim. Seu nome foi proposto à Loja em 5 de dezembro de 1784, e ele recebeu o grau de aprendiz em 14 de dezembro. Em 7 de janeiro de 1785, recebeu o grau de companheiro na Loja Verdadeira Harmonia (Zur wahren Eintracht) numa cerimônia presidida pelo Grão Mestre Ignaz von Born. Em 22 de abril, recebeu o grau de mestre maçom. Mas, pelo simbolismo esotérico na obra maçônica de Mozart, nota-se que a associação de Mozart com a livre-Maçonaria era anterior à sua petição à fraternidade. Na idade de 11 anos, Mozart musicou o poema maçônico An die Freude. Com 16 anos, compôs uma ária nas para o hino ritual Oh heiliges Band. E aos 17 anos, foi escolhido por Gebler para compor a música incidental para o drama
maçônico Tamos, rei do Egito (que foi revisada em 1779).

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