Emanuel Swendeborg

Mestres da Tradição

Emerson, o filósofo americano, chamou-o “uma alma colossal que estava muito além de seu tempo” (“Representative Men”, London, 1896).

A grande Helen Keller, cujo livro “My Religion” é um tributo aos Escritos de Swedenborg, chamava-o “Titã” e “Gênio”. Para ela, Swedenborg foi “um olho entre os cegos, um ouvido entre os surdos” e “um dos mais nobres que o mundo cristão jamais conheceu” (Helen Keller, My Religion, NY, 1953).

Poderíamos citar vários outros personagens famosos na civilização ocidental que disseram ter sido influenciados pelos Escritos swedenborguianos, como Abraham Lincoln, William Blake, Jean Oberlin e Jorge Luis Borges; e outros que eram familiarizados com suas obras, como Immanuel Kant, Linnaeus, John Wesley, Goethe, Rousseau, Baudelaire e Voltaire. Uns eram entusiastas do nobre sueco, outros o questionavam. Mas todo grande pensador tem encontrado em Swedenborg, pelo menos, um campo fértil de reflexão.

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