Os 12 Trabalhos de Hércules

Mitologia Greco-Romana

Existem diversas versões sobre os “Doze Trabalhos e Hércules”, assim como também a ordem em que foram executados varia de autor para autor. O mais importante é estudar o significado dos Doze Trabalhos sob o ponto de vista Iniciático e Espiritual (da Alma).

Conta a lenda que Hércules assombrava a todos: comia e bebia por vinte homens, arrancava árvores somente para brincar, lutava vitoriosamente com touros e leões. O sábio centauro Quiron ensinou-lhe a arte da caça e a manejar a lança e o arco; Lino, um velho filósofo, tornava-o ao mesmo tempo hábil na retórica, na poesia e na música. Todavia, quanto mais Quiron se orgulhava de seu aluno, tanto mais Lino o considerava fraco e apático, de maneira que censuras e punições choviam sobre o discípulo. O rapaz, já dera mostras bem cedo, era de temperamento impulsivo. Aconteceu, então, que, um dia, após a milésima repreensão do mestre, ele sentiu o sangue ferver-lhe nas veias, apanhou a cítara e deu com ela na cabeça do desventurado filósofo. Sob o tremendo golpe, Lino tombou ao chão, sem um gemido, morto. A mágoa de Hércules foi imensa.

Não sabendo como expiar seu crime involuntário, foi a Delfos, consultar o oráculo de Apolo, porque de modo obscuro Hércules compreendia que estava vivendo uma crise que conduziria a uma mudança de atitude e de plano. Foi assim que ele apresentou-se diante do Mestre. 

Hércules era, inicialmente, Alkeides e seu nome foi mudado depois de uma estranha experiência e antes de iniciar os trabalhos. Hércules ou Herakles significa “a glória de Hera” que por sua vez representa a Psique, ou a alma. Assim, seu nome personificava a sua missão que era manifestar, em trabalho ativo no plano físico, a glória e o poder de sua divindade inata.

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